O autor - Jacson Miguel Stülp, 37 anos, jornalista a 12, mas que trabalha como repórter esportivo desde 1993, com passagens pelo Riovale Jornal e Gazeta do Sul, de Santa Cruz do Sul (RS). Também foi repórter especial de esportes no O Informativo do Vale, de Lajeado. Já ocupou o cargo de editor de esportes na Gazeta do Sul entre os anos de 2004 e 2007. Atualmente trabalha na Case Marketing.
terça-feira, 19 de julho de 2011
O adeus de um ídolo 2 - a vez do Internacional
Chegou a vez do Internacional demitir o ídolo. Paulo Roberto Falcão não resistiu depois de seu time tomar 3x0 em casa para o São Paula e emplacar o terceiro resultado negativo consecutivo. É claro que este último jogo foi a gota d'água para a demissão, pois a equipe não jogou nada, ao contrário dos confrontos contra Vasco da Gama e Corinthians.
Na despedida de Falcão e também do vice-de-futebol Roberto Siegmann, houve comoção, mas também a demonstração de que a política interna do Colorado estava mal resolvida e influenciou significativamente no desempenho da equipe dentro das quatro linhas. "O Internacional é maior que as pessoas que estão no comando do clube hoje. Espero que um dia pessoas dignas e do mais alto gabarito assumam o clube", disparou.
Falcão emplacou pouco mais de três meses - 99 dias para ser mais exato. Poderia ter feito mais, se não tivesse perdido tantos jogadores, que deixaram o clube, se tantos não tivessem se machucado, levado cartões ou ido para a Seleção. Mas, como diz o ditado, é do jogo.
Mas a maior mágoa do ex-treinador é o fato de não ter recebido os reforços que tanto foram pedidos e, segundo ele, prometidos pela direção.
Mas como no Rio Grande do Sul, se vive numa disputa acirrada, entre vermelhos e azuis, quando um lado toma uma iniciativa, a outra precisa se igualar, essa pode ser mais uma interpretação. O Colorado precisava se igualar ao Tricolor e mandar o seu maior ídolo embora. Tomara que essas trocas no comando não acabem em consequências mais graves.
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querem o julinho de volta? é só chamar
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